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“a arte de curar a alma”

“De são e de louco…”

Se é verdade que a linha que separa é cada vez mais ténue, também é verdade que temos de parar de falar da doença mental como se falava dos abortos nos anos 50. Existe. Não é o fim do mundo. E se der para rir a falar sobre ela…melhor. Porque rir, dizem, “é o melhor remédio”.

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